Notícias, variedades, dicas, turismo. Uma fonte de notícias sobre o Litoral Norte de São Paulo e das cidades que compõem este paraíso (Caraguatatuba, Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela).
domingo, 9 de abril de 2017
Couve flor de panela
Ingredientes
• 1 couve flor média pré cozida em água e sal (al dente)
• 150g de presunto em fatias
• 150 g de mussarela em fatias
• 200g de gorgonzola
• 350ml de molho branco
• 1 taça de vinho branco seco
• 150g de parmesão ralado
Modo de Preparo:
• Faça rolinhos duplos com o presunto e a mussarela, corte ao meio e entremeie na couve-flor, faça isso também com o queijo gorgonzola, coloque numa panela, regue com azeite, coloque o vinho branco, tampe e deixe cozinhar por 10 minutos em fogo médio, coloque o molho branco,deixe mais 5 minutos, salpique o parmesão e sirva.
Hoje é o dia de...
Hoje, 09 de abril, é o Dia Nacional do Aço, o Dia da Biblioteca e o Dia de Santa Lidvina.
sábado, 8 de abril de 2017
Para encerrar bem o dia
Bijoux exageradas
E as novas tendências de bijuterias para o próximo inverno prometem grandes novidades. O exagero é um dos pontos altos. Brincos enormes vão ser a sensação, bem como, colares usando chaves, argolas e muito dourado.
Preparativos para Encenação da Paixão de Cristo em Caraguatatuba correm a todo vapor
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| Foto: JC Curtis |
Os ensaios para a Encenação da Paixão de Cristo, em Caraguatatuba, estão na sua fase final. A apresentação será no dia 14 de abril (sexta), na Praça da Cultura, a partir das 21h. Esta será a 10ª edição do espetáculo que já foi assistido por cerca de 80 mil pessoas ao longo de sua existência.
Com quatro palcos móveis que juntos somam 700 m² de estrutura, mais o palco de concreto da Praça do Cultura, e uma iluminação três vezes maior que a do ano anterior, esta edição da Encenação promete encantar e emocionar a todos.
Segundo Heron Carrillo, diretor da Encenação e coordenador de Teatro da Fundacc (Fundação Educacional e Cultural de Caraguatatuba), esse ano o palco de Pilatos foi reconstruído, ganhou 40 m² e terá quase 10 metros de altura. Há ainda o novo palco de 280m² onde ficarão os atores que representarão o povo da época.
“O novo palco foi construído para a melhor visualização do público e para a valorização dos voluntários, atores e não atores que representam o povo”, completa. O espetáculo também ira contar com quatro telões, dois a mais que no ano anterior.
Essa é a ideia da presidente da Fundacc, Silmara Mattiazzo, que anuncia mudanças no cenário, a iniciativa de trazer mais um palco e do texto que vai falar sobre o que está na Bíblia. “Teremos participantes das igrejas católicas evangélicas, todos em uma demonstração de fé”.
A encenação dura mais ou menos 1h40 e os ensaios finais estão a todo vapor. Eles ocorrerão Praça da Cultura nos dias 10, 11, 12 e 13/4, das 19 às 22h.
Fonte: Fundacc
Perfume de mulher
Um dos mais famosos perfumes do mundo é o Chanel nº 5. Ele foi inventado pela estilista francesa Coco Chanel em 1921, e eleito o mais "emblemático" dos perfumes. A fragrância de jasmim perfumou mulheres como a atriz Marilyn Monroe — que ajudou a criar a mística do Chanel ao afirmar que dormia vestindo apenas "algumas gotas de Chanel número 5". Estima-se que um vidro do perfume é vendido a cada 55 segundos ao redor do mundo.
Hoje é o dia é...
Hoje, 08 de abril, é o Dia do Correio, o Dia da Natação, o Dia Mundial de Combate e da Luta contra o Câncer, o Dia de Santa Júlia Billiart e o Dia de São Guálter.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Ingratidão
Por Sebastião José Palmeira
A ingratidão é a ausência do reconhecimento humano. Nada dói mais do que a ingratidão.
Conta-nos à história bíblica que Jesus curou dez leprosos e apenas um voltou para agradecer. O mestre, olhando-o perguntou-lhe:
Não foram dez os que curei? Onde estão os outros? Tendo o agraciado respondido: senhor eles se foram.
Como se vê, até Jesus sentiu a ingratidão humana. Há pessoas que só se lembram de pedir, jamais de agradecer. Acham que tudo podem, tudo merecem e depois se esquecem. Seguem indiferentes como os leprosos ingratos.
Certa feita li que há pessoas que guardam no inconsciente uma espécie de revolta contra aqueles que as ajudaram. A tese causa espécie, mas para os que leram “Palavras Cínicas”, há um pouco de verdade nessa afirmação. Existem pessoas que não admitem terem sido ajudadas. Chegam ao topo da gloria e da fama e se pudessem queimariam a frágil e
pequenina escada que um dia lhes serviu de degrau. Tornam-se vaidosas, arrogantes, prepotentes e oniscientes. Sabem tudo, podem tudo.
O ingrato sempre escolhe alguém que esteja acima dele e que possa ajudá-lo a crescer ainda mais, mesmo que para isso tenha que se submeter as mais deploráveis situações e vexames. Tem memória fraca, esquece rápido, quer subir, mesmo que para isso tenha que descer.
Augusto dos Anjos, poeta paraibano, diz em versos:
“Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.”
A ingratidão e a traição andam juntas, são companheiras inseparáveis. Jesus perdoou a adultera, a prostituta e o bom ladrão, mas, não perdoou o traidor.
No mundo atual, onde os valores éticos, morais e políticos, estão cada vez mais desvirtuados, disse Alfonso Milagro que, três coisas devemos ser: puros, justos e honrados. E três coisas devemos desprezar: a crueldade, a arrogância e a ingratidão.
Aos ingratos, eis minha catarse.
* Sebastião José Palmeira é Advogado Criminalista, Procurador de Estado, Especialista em Direito Penal, Professor de Criminologia e Diretor-Geral da SEUNE.
A ingratidão é a ausência do reconhecimento humano. Nada dói mais do que a ingratidão.
Conta-nos à história bíblica que Jesus curou dez leprosos e apenas um voltou para agradecer. O mestre, olhando-o perguntou-lhe:
Não foram dez os que curei? Onde estão os outros? Tendo o agraciado respondido: senhor eles se foram.
Como se vê, até Jesus sentiu a ingratidão humana. Há pessoas que só se lembram de pedir, jamais de agradecer. Acham que tudo podem, tudo merecem e depois se esquecem. Seguem indiferentes como os leprosos ingratos.
Certa feita li que há pessoas que guardam no inconsciente uma espécie de revolta contra aqueles que as ajudaram. A tese causa espécie, mas para os que leram “Palavras Cínicas”, há um pouco de verdade nessa afirmação. Existem pessoas que não admitem terem sido ajudadas. Chegam ao topo da gloria e da fama e se pudessem queimariam a frágil e
pequenina escada que um dia lhes serviu de degrau. Tornam-se vaidosas, arrogantes, prepotentes e oniscientes. Sabem tudo, podem tudo.
O ingrato sempre escolhe alguém que esteja acima dele e que possa ajudá-lo a crescer ainda mais, mesmo que para isso tenha que se submeter as mais deploráveis situações e vexames. Tem memória fraca, esquece rápido, quer subir, mesmo que para isso tenha que descer.
Augusto dos Anjos, poeta paraibano, diz em versos:
“Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.”
A ingratidão e a traição andam juntas, são companheiras inseparáveis. Jesus perdoou a adultera, a prostituta e o bom ladrão, mas, não perdoou o traidor.
No mundo atual, onde os valores éticos, morais e políticos, estão cada vez mais desvirtuados, disse Alfonso Milagro que, três coisas devemos ser: puros, justos e honrados. E três coisas devemos desprezar: a crueldade, a arrogância e a ingratidão.
Aos ingratos, eis minha catarse.
* Sebastião José Palmeira é Advogado Criminalista, Procurador de Estado, Especialista em Direito Penal, Professor de Criminologia e Diretor-Geral da SEUNE.
Amigos e salvadores
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| Barry, o São Bernardo empalhado no Museu de História Natural de Berna, na Suíça |
Saudade, esse é o nome
Se apenas na língua portuguesa existe a palavra saudade, como os outros povos exprimem este sentimento?
Em muitas línguas, além de o termo "saudade" não existir, não há expressões com o mesmo sentido. Existem, sim, termos semelhantes. Os húngaros, por exemplo, têm uma palavra - hongavy - que exprime saudade da pátria ou de casa. Entre os finlandeses, o termo ikävää é utilizado para expressar tristeza por estar longe de um lugar. Já entre os alemães e ingleses, as pessoas quando sentem falta de outra podem dizer, respectivamente, Ich bin sehnsüchtig ou simplesmente I miss you (que equivale a sinto falta de você). Em espanhol, finalmente, o mesmo sentido é atribuído à frase te hecho de menos.
Em muitas línguas, além de o termo "saudade" não existir, não há expressões com o mesmo sentido. Existem, sim, termos semelhantes. Os húngaros, por exemplo, têm uma palavra - hongavy - que exprime saudade da pátria ou de casa. Entre os finlandeses, o termo ikävää é utilizado para expressar tristeza por estar longe de um lugar. Já entre os alemães e ingleses, as pessoas quando sentem falta de outra podem dizer, respectivamente, Ich bin sehnsüchtig ou simplesmente I miss you (que equivale a sinto falta de você). Em espanhol, finalmente, o mesmo sentido é atribuído à frase te hecho de menos.
Nossa língua portuguesa
Comprou uma TV "a cores".
Veja o correto: Comprou uma TV em cores (não se diz TV "a" preto e branco). Da mesma forma: Transmissão em cores, desenho em cores.
Veja o correto: Comprou uma TV em cores (não se diz TV "a" preto e branco). Da mesma forma: Transmissão em cores, desenho em cores.
Para descontrair
Uma mulher vai entrando em um motel com seu amante e vem saindo seu marido com outra e ela grita:
Aha ! Maldito! Cafajeste!
Agora eu te peguei!
Te peguei seu sem vergonha!
E, eu trouxe testemunha!
Aha ! Maldito! Cafajeste!
Agora eu te peguei!
Te peguei seu sem vergonha!
E, eu trouxe testemunha!
Firenze
Florença ou Firenze, como preferir, é uma das mais belas cidades da Itália. Centro de arte e cultura é um verdadeiro museu a céu aberto. Cidade milenar, tem uma arquitetura maravilhosa conjugada com museus onde podem ser apreciadas obras de Michelangelo e Boticelli, entre outros. Garanto que vale muito a pena conhecer.
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| Ponte Vecchio - Firenze - Foto: Malu Pedarcini |
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| Ponte Vecchio - Firenze - Foto: Malu Pedarcini |
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| Ponte Vecchio - Firenze - Foto: Malu Pedarcini |
| Igreja Santa Maria del Fiori - Firenze - Foto: Malu Pedarcini |
| Réplica de Davi, de Michellangelo - Foto: Malu Pedarcini |
| Foto: Malu Pedarcini |
O medo
Você sabe o que é o medo e como ele se manifesta?
O medo está ligado à preservação da vida e se manifesta diante de situações de ameaça. Ele é decorrente de uma reação física e mental que acontece quando o equilíbrio do organismo fica abalado. O cérebro manda sinais para todo o corpo quando sentimos medo. Acontece uma descarga de adrenalina - hormônio produzido pelas glândulas suprarrenais. Ela entra diretamente na corrente sanguínea e provoca a aceleração dos batimentos cardíacos. O corpo fica frio e os olhos arregalados. O sangue se concentra nos músculos, preparando o corpo para a fuga.
O medo está ligado à preservação da vida e se manifesta diante de situações de ameaça. Ele é decorrente de uma reação física e mental que acontece quando o equilíbrio do organismo fica abalado. O cérebro manda sinais para todo o corpo quando sentimos medo. Acontece uma descarga de adrenalina - hormônio produzido pelas glândulas suprarrenais. Ela entra diretamente na corrente sanguínea e provoca a aceleração dos batimentos cardíacos. O corpo fica frio e os olhos arregalados. O sangue se concentra nos músculos, preparando o corpo para a fuga.
Pudim de dois ingredientes
Ingredientes
• 3 potes de iogurte natural
• 1 lata e meia de leite condensado
Calda
Faça uma calda com 2 xícaras de açúcar e meia de água. Coloque em uma forma de pudim pequena.
Bater no liquidificador: 3 potes de iogurte natural 1 lata e meia de leite condensado.Coloque essa mistura na forma caramelizada. Asse em banho Maria.
Hoje é o dia de...
Hoje, 07 de abril, é o Dia Mundial da Saúde, o Dia de São João Batista de La Salle e de Santo Afraates.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Para encerrar bem o dia
Sopa cremosa de palmito
Ingredientes:
¼ de cebola ralada
200ml de água de coco
250ml de leite
½ colher (sopa) de manteiga
1 ½ colher (sopa) de farinha de trigo
1 vidro de palmito picado
Noz-moscada
Salsa
Sal a gosto
Modo de Preparo:
Coloque em uma panela a cebola, a manteiga e a farinha. Leve ao fogo mexendo sempre.
Junte a água de coco, o leite, o sal e a noz-moscada
Deixe ferver por 5 minutos com a panela semi tampada.
Por último acrescente o palmito picado e cozinhe por mais 2 minutos.
Polvilhe salsa.
Sirva quente.
Ruínas da Lagoinha em Ubatuba
Acredita-se que as ruínas de construção em pedra e cal são vestígios da antiga Fazenda Bom Retiro, construída em 1828, por um dos primeiros proprietários da Lagoinha, o engenheiro francês Stevenné.
As ruínas foram tombadas pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) em 1985, com o objetivo de proteger e valorizar o patrimônio histórico do município.
Atualmente as ruínas encontram-se recobertas por densa vegetação, o que deixa o local ainda mais mágico. Em 1989 o patrimônio histórico passou a ser administrado e mantido pela FundArt. O local é aberto para visitações e tem sido cenário para filmes e ensaios fotográficos.
Fonte: Fundart
Musical “Tá na Hora de Dormir” é atração de domingo no Teatro Mario Covas
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| Foto: divulgação |
O Teatro Mario Covas, em Caraguatatuba, recebe neste domingo (9/4), o espetáculo musical “Tá na Hora de Dormir”, do grupo paulista Meia Dúzia de 3 ou 4. A apresentação será às 16h. Os ingressos devem ser retirados, antecipadamente, no local.
A peça é voltada ao público infantil e é um show musical idealizado a partir das canções do livro-disco homônimo, lançado em agosto de 2016 pela editora Bamboozinho.
Contemplado pelo ProAC – Programa de Ação Cultural - com direção de Ana Souto e figurino/cenário de Luiza Pannunzio, o grupo formado por quatro músicos com experiências diversas no universo infantil propõe um espetáculo leve e divertido para tratar de um assunto polêmico entre a criançada: dormir.
Para ajudar a compreender a sua relação com o sono, tanto no ritual do dia a dia quanto nas formas mais profundas em que seus sonhos se manifestam, o repertório aborda as diferentes experiências das crianças na hora de dormir como a ansiedade do dia seguinte, a preguiça de ir pro quarto, os rituais de higiene, os medos, as brincadeiras e outras questões que tocam não só aos pequenos, mas também aos adultos que dividem este momento com eles.
Assim, independente da idade, as pessoas que assistirem ao show poderão se identificar de acordo com sua vivência, tornando o tema ainda mais interessante. Até a hora de dormir.
Serviço
Espetáculo “Tá na Hora de Dormir”, com o grupo Meia Dúzia de 3 ou 4
Dia: 9/4 – domingo
Horário: 16h
Local: Teatro Mario Covas – Avenida Goiás, 187, Indaiá
Classificação: Livre
Ingressos: Gratuito – Retirar antecipado
Fonte: Fundacc
Você sabia?
Quando os conquistadores ingleses chegaram a Austrália, se assustaram ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo (os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia "Kan Ghu Ru", e portanto o adaptaram ao inglês, "kangoroo". Depois, os linguistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "não te entendo".
Personagem brasileiro
Em 1941, Walt Disney visitou alguns países América Latina. O objetivo do governo americano era reforçar a política de boa vizinhança. No Rio de Janeiro, Disney conheceu o cartunista J. Carlos, que foi inspiração para a criação do personagem Zé Carioca. O papagaio brasileiro foi criado para o filme Alô, amigos, de 1942. Era um desenho que mostrava a América do Sul e o Zé ciceroneou o Pato Donald em terras brasileiras. Ao som de Aquarela do Brasil e Tico-tico no fubá, eles beberam cachaça e sambaram juntos e o filme popularizou as duas músicas no exterior. Três anos depois, o papagaio apareceu novamente em Você já foi à Bahia?
Reflexão
"Quem não quer pensar é um fanático; quem não pode pensar é um cretino; quem não ousa pensar é um covarde."
Francis Bacon - (1561-1626) - político, filósofo e ensaísta inglês.
Francis Bacon - (1561-1626) - político, filósofo e ensaísta inglês.
Histórias do futebol
Na Copa do Mundo de 1938, contra a Polônia, a chuteira direita do atacante Leônidas estourou. Naquele tempo, não havia chuteira reserva. Por isso, enquanto ela era consertada fora de campo, Leônidas continuou jogando. Pegou o rebote de uma falta cobrada pelo ponta-esquerda Hércules e marcou um dos seus quatro gols na partida vencida pelo Brasil por 6 x 5. Como chovia muito, o barro encobriu o pé do atacante, e o árbitro sueco Eckling (que havia apitado a final de 1934) validou o gol, embora a regra proibisse jogar sem o uniforme completo desde aquela época.
Fonte: Almanaque Brasil
Fonte: Almanaque Brasil
Sétima arte
O começo dos anos 70 foi o de uma geração perdida em seus ideais, no meio de uma revolução social que deixou todos atônitos, sem rumo. O filme “Corrida Contra o Destino” (Vanishing Point), de Richard Sarafian, é um dos mais fortes símbolos daquele tempo.
Kowalski (Barry Newman) é um entregador de carros que corre contra o tempo para viajar de Denver a São Francisco em 15 horas a bordo de um Dodge Challenger 70, branco, que ele deve entregar dois dias depois. Em alta velocidade, ele atrai a polícia de diferentes estados, que acabam sempre ficando para trás. Uma hora, porém, tudo tem que acabar.
Kowalski foge de seus fantasmas, suas frustrações e vai se complicando cada vez mais. Ele tem a ajuda de um disk jóquei negro e cego, que pelas ondas do rádio tenta transformá-lo em herói chamando a atenção de todos. A trilha sonora é maravilhosa, baladas, rock do bom, e a música que hoje é tema do Globo Repórter da Rede Globo. Um filme imperdível, nos mesmos moldes, mas sem ficar devendo nada ao “cult” Easy Reader”.
Foi feita uma refilmagem em 1997, péssima aliás, pois perdeu totalmente a chance de retratar uma época e a cultura de uma geração completamente perdida e buscando a sua identidade.
Antonio Santiago
Kowalski (Barry Newman) é um entregador de carros que corre contra o tempo para viajar de Denver a São Francisco em 15 horas a bordo de um Dodge Challenger 70, branco, que ele deve entregar dois dias depois. Em alta velocidade, ele atrai a polícia de diferentes estados, que acabam sempre ficando para trás. Uma hora, porém, tudo tem que acabar.
Kowalski foge de seus fantasmas, suas frustrações e vai se complicando cada vez mais. Ele tem a ajuda de um disk jóquei negro e cego, que pelas ondas do rádio tenta transformá-lo em herói chamando a atenção de todos. A trilha sonora é maravilhosa, baladas, rock do bom, e a música que hoje é tema do Globo Repórter da Rede Globo. Um filme imperdível, nos mesmos moldes, mas sem ficar devendo nada ao “cult” Easy Reader”.
Foi feita uma refilmagem em 1997, péssima aliás, pois perdeu totalmente a chance de retratar uma época e a cultura de uma geração completamente perdida e buscando a sua identidade.
Antonio Santiago
Legião Urbana
Início da década de 1980. Sopram ventos da redemocratização. Ditadura no fim. Mas numa cidadezinha mineira a 400 km de Belo Horizonte as coisas não andam muito diferentes. Setembro de 1982, época da tradicional Festa do Milho de Patos de Minas. Nove bandas convidadas. Entre elas, Legião Urbana. Renato Russo, vocal. Paulista, teclados. Bonfá, bateria. Primeiro show do grupo de Brasília que arrebatou uma geração com sucessos como Faroeste Caboclo, Eu Sei, Eduardo e Mônica. Na plateia, policiais atentos.Tudo ia bem, até que sobe ao palco a Plebe Rude. Toca Vote em Branco. A música empolga a plateia, mas não a polícia. Todo o mundo para a delegacia. Renato assume a defesa. O discurso inflamado convence o delegado. Os músicos são liberados, com a condição de que peguem o primeiro ônibus de volta a Brasília. E que nunca mais voltem.
Simplesmente Clarice
"Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo".
Essa brasileira nasceu com o nome de Haia, em um pequeno vilarejo da Ucrânia, quando seus pais fugiam da Guerra da Prússia e estavam à caminho do Brasil. Chegou aqui ainda bebê e passou a se chamar Clarice. Essa bruxa das letras (assim definida por Otto Lara Resende), também recebeu outras definições de escritores contemporâneos. Antonio Callado dizia que era enigmática, Drummond a descrevia como um mistério e Paulo Francis a achava insolúvel. Seus textos não têm enredo, mas sim sensações. Dizia a respeito de si mesma: “Não sei o que quero e, quando descobrir, não preciso mais. Acho que quero entender. Quando escrevo, vou descobrindo, aprendendo. É um exercício de aprendizagem da vida”. Cursou a faculdade de Direito, casou-se com um diplomata, teve dois filhos e passou a vida escrevendo. Certa vez ao ser entrevistada pelo jornalista José Castello que perguntou por que ela escrevia, Clarice retrucou dizendo: “Vou lhe responder com outra pergunta: Por que você bebe água?”. Ao que Castello respondeu prontamente, “porque tenho sede” e ela emendou “Quer dizer que você bebe água para não morrer. Pois eu também: escrevo para me manter viva”. Essa mulher admirável, sempre foi marcada pela solidão e pelo sofrimento. Um dos seus filhos sofria de esquizofrenia e ela foi vítima de um grave acidente - quase morreu ao tentar apagar um incêndio. Apesar do sucesso dos seus livros passou por dificuldades financeiras. Vidente e visionária, porém nunca abandonou o que mais gostava de fazer, ou seja, escrever. Poucos meses antes de morrer deu uma entrevista em que confessou: “Quando não escrevo, estou morta. Nasci para escrever. Cada livro meu é uma estreia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que chamo de viver e escrever”.
Morreu de câncer em 1977, às vésperas de completar 57 anos.
Malu Pedarcini
Essa brasileira nasceu com o nome de Haia, em um pequeno vilarejo da Ucrânia, quando seus pais fugiam da Guerra da Prússia e estavam à caminho do Brasil. Chegou aqui ainda bebê e passou a se chamar Clarice. Essa bruxa das letras (assim definida por Otto Lara Resende), também recebeu outras definições de escritores contemporâneos. Antonio Callado dizia que era enigmática, Drummond a descrevia como um mistério e Paulo Francis a achava insolúvel. Seus textos não têm enredo, mas sim sensações. Dizia a respeito de si mesma: “Não sei o que quero e, quando descobrir, não preciso mais. Acho que quero entender. Quando escrevo, vou descobrindo, aprendendo. É um exercício de aprendizagem da vida”. Cursou a faculdade de Direito, casou-se com um diplomata, teve dois filhos e passou a vida escrevendo. Certa vez ao ser entrevistada pelo jornalista José Castello que perguntou por que ela escrevia, Clarice retrucou dizendo: “Vou lhe responder com outra pergunta: Por que você bebe água?”. Ao que Castello respondeu prontamente, “porque tenho sede” e ela emendou “Quer dizer que você bebe água para não morrer. Pois eu também: escrevo para me manter viva”. Essa mulher admirável, sempre foi marcada pela solidão e pelo sofrimento. Um dos seus filhos sofria de esquizofrenia e ela foi vítima de um grave acidente - quase morreu ao tentar apagar um incêndio. Apesar do sucesso dos seus livros passou por dificuldades financeiras. Vidente e visionária, porém nunca abandonou o que mais gostava de fazer, ou seja, escrever. Poucos meses antes de morrer deu uma entrevista em que confessou: “Quando não escrevo, estou morta. Nasci para escrever. Cada livro meu é uma estreia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que chamo de viver e escrever”.
Morreu de câncer em 1977, às vésperas de completar 57 anos.
Malu Pedarcini
Hoje é o dia de...
Hoje, 06 de abril, é o Dia Mundial da Atividade Física, o Dia Nacional de Mobilização pela Promoção da Saúde e Qualidade de Vida e o Dia de São Marcelino de Cartago.
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Salada Niçoise
Alface crespa
Alface roxa
2 tomates
2 ovos cozidos
150g de vagens
12 azeitonas pretas
1 lata de atum sólido
Para o molho de Mostarda e Mel:
4 colheres. (sopa) de azeite extravirgem
1 colher (chá) de mostarda
1 colher (chá) de mel
Manjericão fresco
1 limão
Sal
Pimenta do reino (moída na hora)
Projeto “Prata da Casa” tem programação especial em Caraguatatuba no mês de abril
O Projeto “Prata da Casa”, da Fundacc – Fundação Educacional e Cultural de Caraguatatuba retorna no mês de abril com diversas apresentações, começando nesta sexta-feira (7/4), a partir das 20h30, na Praça Dr. Cândido Motta (Coreto), com show musical de Julie Drummond.
Criado em 2012, o “Prata da Casa” contempla grupos solos e bandas caiçaras, algumas inéditas e outras que já fazem parte do cenário musical da cidade. A cada mês, quatro artistas se apresentam na Praça do Coreto.
Neste mês, além dos artistas locais, no dia 8/4, sábado, às 20h30, será realizado um show de música clássica com Gerard Scher e o cantor e ator argentino Juan Bruera, que já viajou o mundo com sua voz, muito conhecida no Brasil.
No dia 21, o Clube do Choro de Caraguatatuba realiza comemoração especial do Dia Nacional do Choro, também às 20h30.
Finalizando a programação no dia 28, a banda Grillo apresenta seu MPB para o público.
Fonte: Fundacc
Criado em 2012, o “Prata da Casa” contempla grupos solos e bandas caiçaras, algumas inéditas e outras que já fazem parte do cenário musical da cidade. A cada mês, quatro artistas se apresentam na Praça do Coreto.
Neste mês, além dos artistas locais, no dia 8/4, sábado, às 20h30, será realizado um show de música clássica com Gerard Scher e o cantor e ator argentino Juan Bruera, que já viajou o mundo com sua voz, muito conhecida no Brasil.
No dia 21, o Clube do Choro de Caraguatatuba realiza comemoração especial do Dia Nacional do Choro, também às 20h30.
Finalizando a programação no dia 28, a banda Grillo apresenta seu MPB para o público.
Fonte: Fundacc
Ubatuba, cenário perfeito
E Ubatuba, além de praias, cachoeiras e uma natureza exuberante já foi cenário de diversas novelas, filmes e minisséries. Saiba mais aqui.
Você sabia?
Você sabia que quem tem medo de sexta-feira 13 é chamado de parascavedecatriafóbico?
O termo vem da junção das palavras gregas "paraskevi"("sexta-feira"), "dekastreis" ("treze") e "phobia" (fobia, "medo"). A palavra é considerada uma especialização do termo "triskadekafobia", ou "fobia do número 13".
O termo vem da junção das palavras gregas "paraskevi"("sexta-feira"), "dekastreis" ("treze") e "phobia" (fobia, "medo"). A palavra é considerada uma especialização do termo "triskadekafobia", ou "fobia do número 13".
Para descontrair
Trabalhando em um navio de cruzeiro, um mágico fazia sempre mágicas semelhantes, pois a plateia era sempre nova. O problema era que o comandante tinha um papagaio que via todos os espetáculos e tinha aprendido como o mágico fazia os truques. “Olhem, está na cartola”, gritava o pássaro. Ou então: “Todas as cartas são o Ás de espadas”.
O público morria de rir, para a raiva do mágico, mas não havia nada a fazer, pois se tratava do papagaio de estimação do comandante. Certo dia, porém, o navio enfrentou mau tempo e afundou. O mágico sobreviveu, mas viu-se à deriva com o papagaio num destroço do naufrágio.
Eles flutuaram durante dias sem pronunciar uma palavra, até que afinal o papagaio se virou para o mágico. “Está bem, eu desisto”, disse. “O que você fez com o navio?”.
O público morria de rir, para a raiva do mágico, mas não havia nada a fazer, pois se tratava do papagaio de estimação do comandante. Certo dia, porém, o navio enfrentou mau tempo e afundou. O mágico sobreviveu, mas viu-se à deriva com o papagaio num destroço do naufrágio.
Eles flutuaram durante dias sem pronunciar uma palavra, até que afinal o papagaio se virou para o mágico. “Está bem, eu desisto”, disse. “O que você fez com o navio?”.
A malta votou contra
Em 1945, o brigadeiro Eduardo Gomes, candidato à Presidência, disse que não precisava dos "votos da malta". Os adversários correram ao dicionário e descobriram que um dos significados da palavra era o "conjunto de trabalhadores que percorrem as ferrovias levando marmitas". Um jornal aproveitou e publicou que Gomes dispensava os votos dos marmiteiros.
Hóstia
A palavra hóstia (do latim hostia) quer dizer vítima. Originariamente, era o animal imolado ao sacrifício. Na Antiguidade, chamava-se de hóstia o que era oferecido às divindades. A Igreja Católica teve a ideia de aplicar o termo hóstia a Jesus, que se deixou imolar para a felicidade dos homens.
Palíndromo
Você sabe o que é um palíndromo?
Não?!
Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.
Exemplos:
Ovo, osso, radar.
O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido:
Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos.
Diante do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a liberdade de selecionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões. Se souber de algum, acrescente e passe adiante.
Anotaram a data da maratona.
Assim a Aia ia a missa.
A Diva em Argel alegra-me a vida.
A droga da gorda.
A mala nada na lama.
A torre da derrota.
Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na moda da Romana: anil é cor azul.
O céu sueco.
O galo ama o lago.
O lobo ama o bolo.
O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro.
Rir, o breve verbo rir.
A cara rajada da jararaca.
Saíram o tio e oito Marias.
Agora, você deve estar se perguntando: Qual a utilidade disso?
E eu respondo: Nenhuma!
Mas que é interessante é, não é mesmo?
Não?!
Um palíndromo é uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.
Exemplos:
Ovo, osso, radar.
O mesmo se aplica às frases, embora a coincidência seja tanto mais difícil de conseguir quanto maior a frase; é o caso do conhecido:
Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos.
Diante do interesse pelo assunto (confesse, já leu a frase ao contrário), tomei a liberdade de selecionar alguns dos melhores palíndromos da língua de Camões. Se souber de algum, acrescente e passe adiante.
Anotaram a data da maratona.
Assim a Aia ia a missa.
A Diva em Argel alegra-me a vida.
A droga da gorda.
A mala nada na lama.
A torre da derrota.
Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na moda da Romana: anil é cor azul.
O céu sueco.
O galo ama o lago.
O lobo ama o bolo.
O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro.
Rir, o breve verbo rir.
A cara rajada da jararaca.
Saíram o tio e oito Marias.
Agora, você deve estar se perguntando: Qual a utilidade disso?
E eu respondo: Nenhuma!
Mas que é interessante é, não é mesmo?
Casa da Farinha
Construída na década de 1950, a Casa da Farinha era uma usina de açúcar e álcool construída por imigrantes italianos. Recuperada em em 1986, hoje sua função é atender aos produtores de mandioca, além de ser uma construção histórica, um espaço preservado que pode ser visitado com acompanhamento. A Casa da Farinha está localizada no Sertão de Picinguaba, em Ubatuba, e o acesso é por estrada secundária de 2,3 km a partir do km 12 da Rodovia Rio-Santos.
Hoje é o dia de...
Hoje, 05 de abril, é o Dia da Criança Palestina (UNICEF), o Dia Nacional das Telecomunicações, o Dia dos Fabricantes de Materiais de Construção, o Dia de São Vicente Ferrer, de Santa Maria Crescencia Hoss e de Santa Irene.
terça-feira, 4 de abril de 2017
Para encerrar bem o dia
O saxofonista e clarinetista Paulo Moura mostrando todo o seu talento. O acompanha, Heraldo do Monte, compositor, arranjador e instrumentista. Paulo Moura morreu em 2010.
Ontem e hoje
O tempo é implacável. Com alguns até que é generoso, mas nem sempre é assim. Alguns galãs de ontem, hoje estão irreconhecíveis, como é o caso de Nick Nolte, como podemos observar pelas fotos.
Documentos do holocausto
No verão de 1944, o fotógrafo polonês Henryk Ross procurou uma área erma no Gueto de Lodz para esconder seu bem mais precioso. A tarefa não foi tão difícil de ser executada: àquela altura, só 68 mil judeus viviam nos 4 quilômetros quadrados onde antes haviam sido confinadas 200 mil pessoas na cidade situada a sudoeste de Varsóvia, capital da Polônia. Num cantinho escondido, o fotógrafo enterrou 6 mil documentos. Entre eles, 3 mil negativos, exemplares de jornais editados no gueto e 41 avisos da administração nazista. Antes de escondê-los, Henryk Ross teve o cuidado de chamar alguns amigos. Se não sobrevivesse, outros saberiam onde encontrar o material e as cenas de sofrimento e morte não se perderiam no tempo. Henryk Ross e sua mulher Stefania tiveram sorte. Quando o Exército Vermelho chegou a Lodz, em janeiro de 1945, estavam entre os apenas 880 judeus que haviam sobrado por lá. Tinham resistido ao comando final de Adolf Hitler: eliminar todos os sobreviventes. Ao ser resgatado, Henryk Ross pesava apenas 38 quilos.Terminada a guerra, o fotógrafo desenterrou seus documentos, alguns avariados pela umidade. Assim, foi pelas lentes de Henryk Ross que se revelaram ao mundo inúmeras atrocidades do Holocausto no segundo maior gueto da Polônia, depois do de Varsóvia. Suas fotografias eram tão chocantes ao retratar os horrores que mais tarde tornaram-se provas decisivas no julgamento e na condenação à morte de Adolf Eichmann, um dos principais líderes nazistas. No entanto, uma parte do paciente (e arriscado) trabalho de documentação do fotógrafo permaneceu desconhecida até 1991. Catalogadas por ele ainda em vida, as fotos inéditas publicadas no Lodz Ghetto Album mostram o cotidiano dos judeus mais prósperos do gueto, no período inicial da ocupação nazista.
Mulheres admiráveis
Livre e desafiando convenções, assim viveu a francesa Simone-Ernestine-Lucie-Marie Bertrand de Beauvoir, ou simplesmente Simone de Beauvoir. Escritora e feminista, esteve envolvida em manifestações políticas contra o governo francês por suas intervenções na Indochina e na Argélia; contra a perseguição dos judeus durante a Segunda Guerra; contra a invasão americana do Vietnã e em muitas outras. Manteve por longos anos um relacionamento aberto com o filósofo Jean-Paul Sartre, com quem participou de um movimento que influenciou a cultura europeia com repercussão no mundo inteiro. Uma mulher inesquecível que fez a diferença.
Ler é preciso
É raro encontrar alguém da minha geração que não tenha lido ou ouvido falar do livro “O apanhador no campo de centeio” de J.D. Salinger. Este livro estranho e banal, narra fatos e acontecimentos da vida de um adolescente. Foi publicado em 1951 e tornou-se um marco da cultura jovem. Causou uma pequena revolução de comportamento nos Estados Unidos e no mundo. A obra conta a história de Holden Caulfield, de 16 anos, que narra suas desventuras após ser expulso da escola. Por mais que Holden seja um menino meio estranho e certamente depressivo, ele respeita as pessoas e é carente. É um jogo de contradição em que ele odeia e ama ao mesmo tempo. J.D. Salinger colocou no personagem todas as contradições que os jovens carregam dentro de si. Recomendo a leitura.
Malu Pedarcini
Malu Pedarcini
Memórias
Frigideira de batatas e bacon defumado
Lave, descasque as batatas e corte-as em rodelas. Refogue-as numa frigideira untada generosamente com azeite. No meio do cozimento, coloque cebola batidinha e bacon defumado. Deixe cozinhar novamente e saboreie com salada verde.
Teste da orelhinha
Você com certeza sabe que ao nascer o bebê precisa fazer vários testes para confirmar se ele não tem nenhum problema de saúde? Um deles é o teste da orelhinha. Ele é obrigatório em todas as maternidades brasileiras desde 2010. Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui.
Hoje é o dia de...
Hoje, 04 de abril, é o Dia Nacional do Parkinsoniano, o Dia do Jipe e o Dia de Santo Isidoro de Sevilha.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Para encerrar bem o dia
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